Lemos o livro "O sapo e o Estranho". Dramatizámos a história, fizemos este fantástico cenário e contámos a história em verso.
Certo dia um estranho rato
Na orla do bosque acampou
E o porco indignado
Os seus amigos chamou.
A pata e o sapo
Logo ao porco se juntaram
Ladrão e sujo
Ao pobre rato chamaram.
Na orla do bosque acampou
E o porco indignado
Os seus amigos chamou.
A pata e o sapo
Logo ao porco se juntaram
Ladrão e sujo
Ao pobre rato chamaram.
De repente um clarão vermelho
Toda a floresta iluminou
O sapo desconfiado
Muito sorrateiramente espreitou.
Uma fogueira e uma tenda
Foi o que o sapo avistou
E um cheirinho delicioso
A sua fome aguçou.
Com a madeira do bosque
Sua mobília o rato criou
E logo de seguida
Ladrão alguém lhe chamou.
À lebre pediram conselho
Para uma atitude tomar
-A floresta a todos pertence
E sua madeira, também ele pode utilizar!
Cheios de curiosidade
Todos os animais andavam
Para saber de onde vinha
O estranho rato que odiavam.
- Pelo mundo viajei
E mil aventuras vivi
Mas um lugar como este
Jamais eu conheci.
O sapo, o porco e a pata
Não sabiam que fazer
Para aquele rato sujo
Dali desaparecer.
Mas certo dia o porco
Sua casa incendiou
A lebre caiu ao rio
E quase se afogou.
O rato corajoso
Logo a ambos acudiu
Apagando o fogo da casa
E retirando a lebre do rio.
Toda a floresta iluminou
O sapo desconfiado
Muito sorrateiramente espreitou.
Uma fogueira e uma tenda
Foi o que o sapo avistou
E um cheirinho delicioso
A sua fome aguçou.
Com a madeira do bosque
Sua mobília o rato criou
E logo de seguida
Ladrão alguém lhe chamou.
À lebre pediram conselho
Para uma atitude tomar
-A floresta a todos pertence
E sua madeira, também ele pode utilizar!
Cheios de curiosidade
Todos os animais andavam
Para saber de onde vinha
O estranho rato que odiavam.
- Pelo mundo viajei
E mil aventuras vivi
Mas um lugar como este
Jamais eu conheci.
O sapo, o porco e a pata
Não sabiam que fazer
Para aquele rato sujo
Dali desaparecer.
Mas certo dia o porco
Sua casa incendiou
A lebre caiu ao rio
E quase se afogou.
O rato corajoso
Logo a ambos acudiu
Apagando o fogo da casa
E retirando a lebre do rio.
Os animais arrependidos
Ao rato pediram perdão
E com lágrimas nos olhos
Guardaram-no no coração.
Julgar pela aparência
É algo que não deve ser feito
É uma atitude muito feia
E chama-se “Preconceito”.

Se todos nos respeitarmos
E soubermos tolerar
A Paz vamos construir
Ao rato pediram perdão
E com lágrimas nos olhos
Guardaram-no no coração.
Julgar pela aparência
É algo que não deve ser feito
É uma atitude muito feia
E chama-se “Preconceito”.
Se todos nos respeitarmos
E soubermos tolerar
A Paz vamos construir
E juntos poderemos sorrir.