Somos os alunos do 1ºB da Escola nº3 do Barreiro e a partir de hoje (18 de Setembro de 2009), vamos dar continuidade ao precioso trabalho dos fundadores deste blogue, que tão bem o souberam conduzir. Vamos caminhar juntos, defendendo sempre este lema: "Para crescer saudáveis e estar em forma, temos de fazer uma alimentação saudável e muito exercício físico". Mãos à obra!
domingo, 8 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
O diabo e o lavrador
Hoje lemos um texto deste livro e ficámos a saber quem é o seu autor (Alexandre Parafita), estudando a sua biografia."Conta-se que um dia o diabo foi ter com um lavrador e propôs-lhe fazerem uma sementeira a meias. O lavrador, como lhe fazia jeito dividir os encargos, aceitou.
– E que semeamos? – perguntou.
– O que for melhor – disse o diabo.
– Que tal semearmos um campo de batatas?... – avançou o lavrador.
– Pois que seja – concordou o sócio.
Meteram então ombros ao negócio. O diabo entrou com as sementes, os adubos, os pesticidas, e o lavrador entrou com o trabalho. Foram dias, semanas, meses, a sachar, a regar, a pulverizar... e, por fim, o batatal cobriu de verde toda a planura do campo. Ficou um autêntico regalo para os olhos. A colheita adivinhava-se da melhor.
Entretanto, ao aparecer para a colheita, o diabo ficou de tal modo deslumbrado com tanta verdura que logo procurou arranjar maneira de ficar com a melhor parte. Propôs então ao lavrador:
– Vamos fazer a divisão da seguinte forma: eu fico com a parte do batatal que está para cima da terra e tu ficas com a parte que está para baixo.
O lavrador nem pestanejou. Aceitou logo.
– Se é assim que queres, assim s
eja!
Já se está a ver. Ficou o lavrador com as batatas e o outro com a rama.
No ano seguinte, apareceu de novo o diabo ao lavrador a propor que voltassem a fazer uma sementeira a meias.
– E que semeamos? – perguntou o lavrador.
– O que for melhor – disse o diabo.
– Batatas, não, que ainda as tenho do ano passado. Que tal semearmos um campo de trigo?
– Pois que seja – concordou o sócio.
Reataram então o negócio.
O diabo entrou com as sementes e o lavrador com o trabalho. Chegada a altura da colheita, lá estava a seara – e que bela! – a ondular ao ritmo da brisa mansa do Estio. Veio então o diabo para as partilhas e diz ao lavrador:
– Da última vez não me correu bem o negócio que fiz contigo. Por isso, ficas tu agora com a parte do cereal que está por cima da terra e eu fico com a parte que está por baixo!
O lavrador aceitou. É claro. Ficou ele com o grão e o outro com as raízes. Quando deu conta da asneira que fez – dizem –, o diabo fartou-se de dar guinchos e pinotes. E daí em diante já não quis mais sociedades com o lavrador."
Alexandre Parafita, “O diabo e o lavrador”, in Diabos, Diabritos e Outros Mafarricos, Lisboa, Texto Editora, 2003.
E agora deixamos os nossos poemas:
Conta-se que certo dia
Um diabo bem matreiro
Propôs a um lavrador
Um negócio interesseiro.
Quis semear um batatal
O malvado do diabo
O lavrador aceitou
E o batatal semeou.
Ao aparecer para a colheita
O diabo espertalhão
Tentou logo ficar
Com a melhor divisão.
O diabo foi tão parvo
Que a rama da batata escolheu
O lavrador sem hesitar
Imediatamente lha deu. 
No ano seguinte
Voltou o diabo
Dizendo ao lavrador
Que havia sido enganado.
Decidiram então
Um cereal semear
E o diabo desta vez
Com a raiz quis ficar.
E mais uma vez,
O palerma do diabo
Querendo enganar o lavrador
Saiu muito chateado.
É isto o que acontece
Àqueles que tentam enganar,
Sem saber bem o porquê
Acabam sem nada ficar.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Um dia diferente na escola
nte na escola".Dos vários trabalhos deixamos aqui a ideia principal de cada um.
Um dia diferente na escola, sería...
Um acampamento. André
Uma visita ao estádio da Luz. Carlos
Festa com um banquete saudável. Visitar o interior do corpo humano. Carolina
Gostava que a minha escola tivesse tudo aquilo que uma criança necessita: espaço para brincar e aprender, muita paz entre os meninos e que todos nos portássemos bem. Daniel
Uma visita ao Castelo de S.Jorge em Lisboa. Diogo Abrantes
Ser o primeiro a chegar à escola e os outros chegarem todos atrasados. Fazermos um teatro. Diogo Valente
Um recreio maior com espaço para brincar, árvores, relva, flores, escorregas, baloiços e campos de futebol e basquetebol. Fábio
Um dia só de experiências, festa, brincadeira e lançamentos de aviões de papel com mensagens de Paz. Frederico
Um dia cheio de diversão e alegria. Ir à Mata da Machada para andar de bicicleta, jogar futebol e lanchar. Guilherme
Termos todos os “Magalhães” e trabalharmos com eles, sem lápis nem papel. Hugo
Um dia sem aulas nem trabalhos de casa para darmos descanso à Professora e dizer-lhe que gostamos muito dela. Jaime
Uma visita ao fórum Barreiro. João Coelho
Uma festa com jogos, tor
neio de futebol, muita brincadeira e um lanche cheio de coisas boas. João DanielGostava de ter um dia de festa com guloseimas, serpentinas e spray pegajoso. João Miguel
Música, teatro, dança, arte, disfarces, anedotas, jogos e…como não podia faltar, batatas fritas, pizza, rissóis, bolos e sumos. Guerras de serpentinas e spray pegajoso. Mariana
Um torneio de basquete seguido de uma festa. Mónica
Um parque de areia onde todos pudéssemos brincar sem tropeçarmos uns nos outros. João Pedro
Jogos variados, lanche partilhado, ver um filme na biblioteca, muita música e muita alegria. Leonor
Um dia inteiro para correr, brincar e saltar. Ricardo
Uma festa surpresa à Professora e uma visita ao fórum Barreiro com a Professora. Rita
Trabalhar com música porque ela nos lembra coisas inacreditáveis, para nos textos transmitirmos pensamentos admiráveis. Rodrigo
Experiências, festa com almoço e muitas guloseimas. Sofia
A festa da amizade onde disséssemos uns aos outros que somos todos amigos. Tatiana
Um teatro na escola
Gostaríamos de fazer
Para todas as pessoas
Nos poderem conhecer.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Era uma vez um dia Normal na Escola
Escrito por Colin McNaughton e ilustrado por Satoshi Kitamura, este livro leva-nos à descoberta do imaginário das crianças, através da força inspiradora e poética da música."

